23.11.08

Na madrugada

Acho que era hora de tomar uma sopa

Se sopa houvesse

Caçando conversas antigas (1)

30/03/2008 22:45:29 Cesar! - q tá fazendo de bom?

30/03/2008 23:18:55 Evelin - tirando as formigas do frango

30/03/2008 23:19:15 Evelin - o formigueiro todo tomou conta do frango

30/03/2008 23:19:55 Evelin - tive q matar milhares de formigas

30/03/2008 23:19:58 Evelin - uma chacina

30/03/2008 23:20:03 Evelin - sangrenta

30/03/2008 23:20:20 Evelin - agora vou comer algo e depois passar roupas

30/03/2008 23:20:21 Evelin - chau

14.4.08

Bonita camisa, Fernandinho!

Pois é amigos, nosso curso tá chegando ao fim, alguns de nós em tempo de monografia, últimas disciplinas, uns trancaram a matrícula pra continuar o curso depois, outros já concluíram e foram morar na Europa (chique bem!).

E dos que ainda permanecem, quase não temos contato, as conversas agora são rápidas, pelos corredores entre uma aula e outra.

Senti saudade agora de quando tinha a companhia do Albanir no busão da Fanor, voltando pra casa, (ouvindo Franz Ferdinand, Madonna ou outro hit descolado que ele descobria) ambos exaustos da labuta diária, conversando bobagens e desabafando sentimentos.

E como em todo final de ciclo, a vida vai mudando e as pessoas vão se transformando, com a gente não poderia ser diferente. Cada um de nós está evoluindo, se descobrindo, amadurecendo.

O melhor exemplo disso é o meu amigo Fernando.

busaoQuinta-feira, num desses encontros rápidos pelo corredor da faculdade, eis que surge nosso amigo falante, muito bem vestido -  como deve ser todo bom vendedor de um renomado jornal - a nos contar que comprou sua casa própria!

Passou um filme na minha cabeça e lembrei de como ele era nos primeiros semestres da faculdade... um doidinho que só pensava em festa, que não levava nada a sério... Quem de nós dava crédito pra ele? Mas hoje, veja só, o Fernandinho virou gente grande, comprou sua casa e vai se casar!

De um ano pra cá a vida dele mudou completamente: foi trabalhar no Diário do Nordeste, comprou um carro zero, se empenhou na faculdade pra terminar o curso agora em junho e em setembro sai o casório!

E pra completar, foi presenteado no jornal com uma viagem internacional, vai passar a Lua-de-Mel na Argentina!

Ai que orgulho do meu amigo!

Liduína, chiquérrima, concluiu o curso e se mandou pra Europa,

Deixou saudades por aqui, mas isso a gente conta num post só pra ela.

eu, Willy e Gaby continuamos aqui, na labuta, para completarmos o ciclo, torcendo pela felicidade dos nossos amigos e cuidando de conquistar a nossa também!

7.4.08

O grande desafio

Pedalamos durante seis horas na Serra de Maranguape, eu e meu amigo Léo.

Fomos no meu ritmo, devagar quase parando, pq as ladeiras eram fodas e não eram poucas.. mais de 3km de subida íngreme, na maioria dos trechos fomos andando, sem condições de pedalar..

Pra nossa sorte havia chovido no dia anterior e a serra estava fresquinha, se o sol estivesse forte certamente eu teria desistido ali, nas ladeiras.

Meu coração disparava, parecia q ia explodir, as ladeiras exigem muito esforço físico, pernas, braços pra empurrar a bicicleta e pulmão pra dar conta de respirar o suficiente de oxigênio pra energizar o corpo.

Como não pensávamos na competição, o objetivo era curtir a paisagem, para o Léo aquele caminho não era novidade pois ele já havia pedalado por ali antes fazendo trilhas com a turma do Bike Maraponga, mas pra mim era um grande desafio. Minha medalha era minha superação. Se chegasse em primeiro ou em último lugar não faria diferença.

Erramos o caminho duas vezes, caímos, passamos por riozinhos, encontramos pessoas e bichos de todo tipo no caminho, a água acabou no meio do percurso, hoje acordei toda dolorida, cheia de hematomas, a pele marcada pelo sol.. durante a prova, por vários momentos eu pensei em desistir, mas logo eu pensava que mais difícil que aquele circuito era o desafio de manter-se vivo, todos os dias, sem saber como o dia vai terminar, ali pelo menos eu tinha um mapa que me indicava o caminho correto e um companheiro conversando bobagens, contando histórias pra me dar força e não sucumbir diante das dificuldades.

Concluímos a prova. Chegamos em penúltimo lugar. E estou (quase) pronta pra próxima!

Pedalar pra mim é lição de vida.
Só entende quem ama, só entende quem pedala.

11.12.06

Ultimo episódio


Começando do final para o inicio, hoje, quando finalmente inauguro meu blog, é o dia do útimo episódio da sexta temporada do nosso próprio seriado, idealizado por nós, que ainda não tem um nome.
Quando eu digo nós, eu quero dizer que é meu, da Willy, do Albanir e do Rodrigo (e da Gaby, é claro!). Amigos mais que amigos, inseparáveis mesmo quando distantes. Membros de um mesmo corpo. Amigos pra sempre.
Hoje, domingo, 10 de dezembro de 2006, nós quatro nos encontramos para tomar um sorvete e caminharmos no calçadão da beira-mar. Conversamos, rimos, brindamos o novo emprego da Willy e andamos muito. Encontramos com a professora Soraya, ficamos sabendo que existe uma grande probalidade de ela deixar de dar aula na Fanor e frente a essa notícia ficamos tristes, pois de nós quatro apenas o Rodrigo não pretende tê-la como orientadora no projeto de monografia quando tivermos que concluir nosso curso de Comunicação.
É. Somos estudantes de Comunicação Social. Acabamos de concluir o sexto semestre e por isso, a sexta temporada.
Várias outras coisas aconteceram hoje, várias outras coisas foram conversadas hoje, várias promessas foram feitas para 2007, mas quero deixar esses assuntos para uma próxima postagem.
Para inaugurar, este post está de bom tamanho.